domingo, 31 de maio de 2009

Eu? -Dou música...



Porque será que esta faixa do álbum não passa nas chamadas rádios nacionais? Não... decerto que não é obra dos "lápis rosa", ou das novas PideS governamentais... simplesmente os directores das rádios não gostam. É que as rádios servem apenas para passar os gostos musicais dos seus directores... agora percebo porque há tanto programa de merda...
Mas como não sou director... nem isto é uma rádio, deixo aqui o tema para que possam ouvir. E... já não é novidade, pelo menos para quem já vive há uns anitos em Portugal. Se bem me lembro (como dizia Vitorino Nemésio) já Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Francisco Fanhais e muitos outros, passaram pelo mesmo, apenas porque incomodavam o regime... Possivelmente... também é... «A Bem da Nação» como diria Salazar.



Porreiro pá....


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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Viva o Magalhães... viva o seu mentor... VIVA EU!!!

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Mas nem tudo vai mal com o dito "aborto" informático... até dá para trabalhar na retrete... quem disse foi o Zé do Pipo... eu nem para isso o queria... mas há gostos para tudo, não é?
Já agora... estou baralhado... «Mentor...» vem de "mente", não é assim? A nossa língua... está cada vez pior... continuo baralhado. Mente INTELIGÊNCIA (de quem? -não notei nada...), ou MENTE de MENTIR?

«Porreiro... PÁ!!!»


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Afinal... o Tó até tinha alguma razão...


Então? -que vos tenho dito há muito? Será que ainda pensam, como me escreveram em emails pouco simpáticos, que toda a minha "implicância" ou "rabujice" era apenas fruto do meu «mau feitio»? Vá lá... Quando será que começam a dar-me alguma razão (não a quero toda... afinal não sou o senhor da verdade absoluta!)... mas alguma...
Não sejam «cabeçudos»... não é fácil dar o braço a torcer, eu sei e também não gosto muito...
mas quando é preciso...
Bem... só vos dou o perdão (pelos delicados insultos, pelos piropos cobardemente anónimos - descansem, não fui perseguir os vossos IP's), se confessarem publicamente que são doentinhos do PS e até votaram conscientemente neste «grupeco», o mesmo que trata os docentes deste país por «professorecos», que tem posto o meu PAÍS na miséria... mais... digam-no bem alto, junto a tanto desempregado.

E mais, ainda... digo-vos apenas relativamente a este assunto:

«Porreiro, Pá!!!» Podem-se orgulhar... podem continuar arduamente a trabalhar para o vosso precioso "tacho" (mesmo que imaginário), podem continuar a lamber o "olho do cu" dos vossos ídolos (se sexualmente vos dá tanto prazer!) mesmo que com isso ponham na MERDA a maioria dos VERDADEIROS PORTUGUESES. Orgulhem-se e... PORREIRO PÁ!!!



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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Governo determina fecho da Universidade Internacional !

Só uma pergunta.... será que algum ministro ou militante PS tirou nesta instituição alguma licenciatura ao Domingo, à hora da missa e... agora estão com medo de alguma investigação?
Bem basta o caso do primeiro ministro que ainda não foi devidamente desmentido nem tão pouco esclarecido. Será que temos mais repetições dos casos? Por mim... já não me admirava nem um pouco. A julgar pelas noções que este governo e partido têm da educação... A julgar como tratam os professores em geral... pelo desrespeito pela educação dos jovens...

Bem... como não percebi... aqui fica a pergunta.
Mas... «Não estou PORREIRO pá!»


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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Um brinde para estes politicozecos!!!


Funny "gassy" Video - Click here for more blooper videos

Com carinho para estes políticos todos....
«Isto é porreiro... PÁ!!!»

(... e é mais do que merecem... vá lá... hoje estou bem disposto... mas malta, isto é sério... prometam que não vão rir...)

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domingo, 10 de maio de 2009

Coitados dos Jovens e Crianças de Torres Novas...

Hoje, era suposto as crianças terem um dia diferente em Torres Novas... mas qual quê... os adultos invadiram o espaço e elas, não tiveram qualquer chance...
O Pinócrates, veio para contar a história do «ex-Capuchinho Vermelho». É verdade... e acompanhado do «Avô Cantigas»; veio para divertir a malta jovem, mas esta como disse ficou de fora, por falta de espaço. Por acaso, na TV, também vi aquela oportunista que é contra os professores e agora como recompensa do patrão a quem lambe as botas e não sei se mais alguma coisa... é candidata à Câmara de Alcanena. A fulana, uma tal Fernanda, que diz ser professora e, que afinal, ajudou com o seu voto a mando do seu amado senhor a ridicularizar, a espezinhar, todos os professores. Que contribuiu para o actual estado de calamidade em que está o ensino. Espero que o POVO de Alcanena, à imagem do que tem feito nos últimos actos eleitorais, saiba dar a resposta certa e a mande voltar a lamber o que bem quiser ao seu amo.

«Avô Cantigas» Cartoon de Henrique Monteiro

Agora, como as crianças não puderam estar presentes, porque os oportunistas eram muitos, vou eu lembrar a história do «Ex-Capuchinho Vermelho». Era um senhor, que falava muito mal da europa e da integração portuguesa ainda não há muitos anos. O homem era contra aquilo, que havemos de fazer? Mas porque lhe encomendaram um trabalho sobre avaliação de professores, sobre uma classe que este governo quer ver privatizada, o homem foi tão competente, esmerou-se tanto... que como prémio este partido do governo foi obrigado a recompensá-lo com este tacho. É o primeiro candidato de um grupo de «vira casacas», precisamente áquilo que o homem condenava. Bolas, isso não se fazia ao velhote... Lá que o primeiro ministro militasse na JSD (Juventude Social Democrata) e por falta de tacho por lá, tivesse de se voltar para o PS... não foi o único, e vá que não vá. Lá que o «Cherne» de MRPP passasse, perseguindo o tacho para o PSD... vá que não vá. Agora o «Avô Cantigas»??? Ex- Comunista, Ex-Anti-Europa... só por ter escrito um trabalhozeco encomendado contra os professores... Não, isso não se fazia ao velhote... ele até não anda atrás de tacho... o homem se se lembrarem sempre foi contra isso... agora... acredito que tenha sido obrigado a tal. Tanto que onde aparece com o primeiro ministro ao lado, quase não diz nada.
Possivelmente, até aquela fulana a Fernanda, eterna ex-candidata à Câmara de Alcanena, até como professora que diz ser (eu se me permitem... duvido que alguma vez o fosse!), só votou contra a revisão da Avaliação e do Estatuto da Carreira Docente, obrigada e por desconhecer o que quer dizer «Docente». Mas que hoje estava a insinuar-se para as câmaras de televisão... para aparecer no boneco a perseguir o seu amo...

Meus amigos, como tantas vezes tenho dito... isto mete-me um nojo terrível. Dá vómitos... e quando fico assim... «NÃO ESTOU PORREIRO PÁ!!!»

Agora que se aproximam mais umas eleições, apetece-me repetir o que os «ANARCAS» à uns anitos diziam e escreviam nas paredes...

«Putas ao poder... Os filhos já lá estão...!!!»



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domingo, 3 de maio de 2009

Papás e mamãs... e se parassem e pensassem um pouco?

Contra a escola-armazém

Daniel Sampaio

Merece toda a atenção a proposta de escola a tempo inteiro (das 7h30 às 19h30?), formulada pela Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap). Percebe-se o ponto de vista dos proponentes: como ambos os progenitores trabalham o dia inteiro, será melhor deixar as crianças na escola do que sozinhas em casa ou sem controlo na rua, porque a escola ainda é um território com relativa segurança. Compreende-se também a dificuldade de muitos pais em assegurarem um transporte dos filhos a horas convenientes, sobretudo nas zonas urbanas: com o trânsito caótico e o patrão a pressionar para que não saiam cedo, será melhor trabalhar um pouco mais e ir buscar os filhos mais tarde.
Ao contrário do que parecia em declarações minhas mal transcritas no PÚBLICO de 7 de Fevereiro, eu não creio à partida que será muito mau para os alunos ficar tanto tempo na escola. Quando citei o filme Paranoid Park, de Gus von Sant, pretendia apenas chamar a atenção para tantas crianças que, na escola e em casa, não conseguem consolidar laços afectivos profundos com adultos, por falta de disponibilidade destes. É que não consigo conceber um desenvolvimento da personalidade sem um conjunto de identificações com figuras de referência, nos diversos territórios onde os mais novos se movem.
O meu argumento é outro: não estaremos a remediar à pressa um mal-estar civilizacional, pedindo aos professores (mais uma vez...) que substituam a família? Se os pais têm maus horários, não deveriam reivindicar melhores condições de trabalho, que passassem, por exemplo, pelo encurtamento da hora do almoço, de modo a poderem chegar mais cedo, a tempo de estar com os filhos? Não deveria ser esse um projecto de luta das associações de pais?
Importa também reflectir sobre as funções da escola. Temos na cabeça um modelo escolar muito virado para a transmissão concreta de conhecimentos, mas a escola actual é uma segunda casa e os professores, na sua grande maioria, não fazem só a instrução dos alunos, são agentes decisivos para o seu bem-estar: perante a indisponibilidade de muitos pais e face a famílias sem coesão onde não é rara a doença mental, são os promotores (tantas vezes únicos!) das regras de relacionamento interpessoal e dos valores éticos fundamentais para a sobrevivência dos mais novos. Perante o caos ou o vazio de muitas casas, os docentes, tantas vezes sem condições e submersos pela burocracia ministerial, acabam por conseguir guiar os estudantes na compreensão do mundo. A escola já não é, portanto, apenas um local onde se dá instrução, é um território crucial para a socialização e educação (no sentido amplo) dos nossos jovens. Daqui decorre que, como já se pediu muito à escola e aos professores, não se pode pedir mais: é tempo de reflectirmos sobre o que de facto lá se passa, em vez de ampliarmos as funções dos estabelecimentos de ensino, numa direcção desconhecida. Por isso entendo que a proposta de alargar o tempo passado na escola não está no caminho certo, porque arriscamos transformá-la num armazém de crianças, com os pais a pensar cada vez mais na sua vida profissional.
A nível da família, constato muitas vezes uma diminuição do prazer dos adultos no convívio com as crianças: vejo pais exaustos, desejosos de que os filhos se deitem depressa, ou pelo menos com esperança de que as diversas amas electrónicas os mantenham em sossego durante muito tempo. Também aqui se impõe uma reflexão sobre o significado actual da vida em família: para mim, ensinado pela Psicologia e Psiquiatria de que é fundamental a vinculação de uma criança a um adulto seguro e disponível, não faz sentido aceitar que esse desígnio possa alguma vez ser bem substituído por uma instituição como a escola, por melhor que ela seja. Gostaria, pois, que os pais se unissem para reivindicar mais tempo junto dos filhos depois do seu nascimento, que fizessem pressão nas autarquias para a organização de uma rede eficiente de transportes escolares, ou que sensibilizassem o mundo empresarial para horários com a necessária rentabilidade, mas mais compatíveis com a educação dos filhos e com a vida em família.
Aos professores
, depois de um ano de grande desgaste emocional, conviria que não aceitassem mais esta "proletarização" do seu desempenho: é que passar filmes para os meninos depois de tantas aulas dadas - como foi sugerido pelos autores da proposta que agora comento - não parece muito gratificante e contribuirá, mais uma vez, para a sua sobrecarga e para a desresponsabilização dos pais.

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sábado, 2 de maio de 2009

Descontraiam...

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Quando a tristeza "apertar"... quando o trabalho... saturar.... quando não vos derem o subsídio de renda de casa de 900 e tal €uros...

Olha... utilizem isto.
Eu fiz... 78199
Não sei se é muito ou pouco... mas foi com muita vontade e alegria.



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Conversas sérias (?) com o Tó... (curtas e grossas...) ©Template Nice Blue. Modified by Indian Monsters. Original created by http://ourblogtemplates.com

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