quarta-feira, 18 de março de 2009

Frase do Dia

Frase do Dia


" FELIZ FOI ALI BABÁ, QUE NÃO VIVEU EM PORTUGAL E SÓ CONHECEU 40 LADRÕES !!!..."






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terça-feira, 10 de março de 2009

"O senhor não tem idade nem curriculum!" (Mais uma do Sócrates... porreiro pá!)

*Recebi este mail com pedido de divulgação. *

*O senhor não tem idade, nem curriculum!.......*

O Primeiro-ministro José Sócrates num momento de
alucinação dirigindo-se a Francisco Louçã disse: *' Você não tem idade, nem curriculum ...'.*
Uma boa piada, diz o jornalista do Portugal Diário!

Eu fui à Internet verificar o curriculum e não resisto a publicar:

*Actividade política*:

*Louçã, nasceu em 12 de Novembro de 1956. Participou na luta contra a Ditadura e a Guerra no movimento estudantil dos anos setenta, foi preso em Dezembro de 1972 com apenas 16 anos e libertado de Caxias sob caução, aderindo à LCI/PSR em 1972 e em 1999 fundou o Bloco de Esquerda. Foi eleito deputado em 1999 e reeleito em 2002 e 2005. É membro das comissões de economia e finanças e antes comissão de liberdades, direitos e garantias. Foi candidato presidencial em 2006.


Actividades académicas:

Frequentou a escola em Lisboa no Liceu Padre António Vieira (prémio Sagres para *os melhores alunos do país*), o Instituto Superior de Economia (prémio Banco de Portugal para o* melhor aluno de economia*), onde ainda fez o *mestrado* (prémio JNICT para o melhor aluno) e onde concluiu o *doutoramento * em 1996.

Em 1999 fez as provas de agregação (aprovação por unanimidade) e em 2004 venceu o concurso para *Professor Associado*, ainda por unanimidade do júri.
É professor no ISEG (Universidade Técnica de Lisboa), onde tem continuado a dar aulas e onde preside a um dos centros de investigação científica (Unidade de Estudos sobre a Complexidade na Economia).
*Recebeu em 1999* o prémio da History of Economics Association para o melhor artigo publicado em revista científica internacional. É membro da American Association of Economists e de outras associações internacionais, tendo tido posições de direcção em algumas; membro do conselho editorial de revistas científicas em Inglaterra, Brasil e Portugal; 'referee' para algumas das principais revistas científicas internacionais (American Economic Review, Economic Journal, Journal of Economic Literature, Cambridge Journal of Economics, Metroeconomica, History of Political Economy, Journal of Evolutionary Economics, etc.).

Foi *professor visitante* na Universidade de Utrecht e apresentou conferências nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Grécia, Brasil, Venezuela, Noruega, Alemanha, Suíça, Polónia, Holanda, Dinamarca, Espanha.

*Publicou* artigos em revistas internacionais de referência em economia e física teórica e é um dos economistas portugueses com mais livros e artigos publicados (traduções em inglês, francês, alemão, italiano, russo, turco, espanhol, japonês).

Em 2005, foi convidado pelo Banco Mundial para participar com quatro outros economistas, incluindo um Prémio Nobel, numa conferência científica em Pequim, *foi desconvidado* por pressão directa do governo chinês alegando razões políticas.

Terminou em Agosto um livro sobre 'The Years of High Econometrics' que será publicado brevemente nos EUA e em Inglaterra.

*Obras publicadas*:

Ensaios políticos
Ensaio para uma Revolução (1984, Edição CM)
Herança Tricolor (1989, Edição Cotovia)
A Maldição de Midas - A Cultura do Capitalismo Tardio (1994, Edição Cotovia)
A Guerra Infinita, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2003)
A Globalização Armada - As Aventuras de George W. Bush na Babilónia, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2004)
Ensaio Geral - Passado e Futuro do 25 de Abril, co-editor com Fernando Rosas (Edições D. Quixote, 2004)

*Livros de Economia
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Turbulence in Economics (edição Edward Elgar, Inglaterra e EUA, 1997),
traduzido como Turbulência na Economia (edição Afrontamento, 1997)
The Foundations of Long Wave Theory, com Jan Reinjders, da Universidade de Utrecht (edição Elgar, 1999), dois volumes
Perspectives on Complexity in Economics, editor, 1999 (Lisboa: UECE-ISEG)
Is Economics an Evolutionary Science?, com Mark Perlman, Universidade de Pittsburgh (edição Elgar, 2000)
Coisas da Mecânica Misteriosa (Afrontamento, 1999)
Introdução à Macroeconomia, com João Ferreira do Amaral, G. Caetano, S. Santos, Mº C. Ferreira, E. Fontainha (Escolar Editora, 2002)
As Time Goes By, com Chris Freeman (2001 e 2002, Oxford University Press, Inglaterra e EUA); já traduzido para português (Ciclos e Crises no Capitalismo Global - Das revoluções industriais à revolução da informação, edições Afrontamento, 2004) e chinês (Edições Universitárias de Pequim, 2005)

** Fonte Wikipédia*

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*Sobre Sócrates*, sabe-se que é engenheiro civil tirado na Universidade Independente, ainda sob suspeita de ilegalidades. Que assinava como Engenheiro quando era Engenheiro-Técnico. Que elaborou ou pelo menos assinou uns projectos de habitação caricatos.

Que a sua actividade política se deu com o 25 de Abril na JSD/PSD e depois no PS como deputado e como governante.

Do seu curriculum sabe-se ainda (embora ele o desconhecesse) que teve uma incursão fugaz como empresário-sócio de uma empresa de venda de combustíveis.

*Quanto a curriculuns estamos conversados!**
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*Quanto à idade devem ter diferença de meses...*

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*Esclarecimento:*

NÃO VOTEI BE !!!!
NÃO apoiei Louçã nas Presidenciais !!!

E não estou PORREIRO, pá......

domingo, 1 de março de 2009

O lápis rosa...

Recomendo a visita URGENTE a este link, antes que o governo mande apagar. Ou algum «lambe botas seu lacaio»


http://videos.sapo.pt/ffg0ksDjsgH12vTF1eUy

(DESCRIÇÃO - Entrevista com João Palma, candidato presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público - Entrevista CM - RCP)


Como dizia em posts anteriores... o LÁPIS ROSA está a funcionar em pleno. Alguém ainda tem dúvidas?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

O País, onde qualquer BURRO pensa ser Dr. ou Engº.


O País, é uma palhaçada...
e não me refiro só à época de folia e animação que vivemos. É mesmo ao estado em que este governo nos colocou. A ditadura está presente nas mais pequenas coisas, em todos os organismos de estado, onde estes políticos de merda colocaram estrategicamente os seus lacaios, os lambe botas ávidos de qualquer tacho...

No dia 19, o lápis azul do governo, manifestou-se, calculem contra qualquer alusão ao ridículo Magalhães que acessores e ministros usam (segundo palavras do primeiro ministro). Claro que os ignorantes não sabem usar outra coisa. Tudo o que seja diferente, é demasiado avançado para eles. Mas... servirem-se do Ministério Público? não é demasiado rídiculo para estes politicosecos? E o Tal Ministério Público, pago por todos nós não tem realmente outras funções para com os PORTUGUESES seus reais patrões (é o POVO que lhes paga os seus imerecidos vencimentos)?
Dizia o povo há alguns anos: «No Carnaval, ninguém leva a mal!!!» Eu agora acrescento... «se não for do governo, ou um dos seus prestimosos lacaios». Pois é , Torres Vedras, foi informada por fax que no seu Carnaval era proibida qualquer alusão ao magalhãezito, aquele aborto dito nacional (agora percebo a pressa deste partido e governo em legalizar o aborto... inclusivé autorizou a instalação das clínicas mesmo antes do referendo, não esqueçam!). E pasme-se... pelo MINISTÉRIO PÚBLICO!!!
Haja vergonha... certo, não sabem o que isso é... quem se vende aos outros, não sabe o que é dignidade nem vergonha... mas consultem uma qualquer enciclopédia... já agora.... sabem o que isso é? Bem, pelo menos já devem ter ouvido falar, não?!

E aquela recomendaçãozeca no património? «Não podes falar, dar opiniões pessoais e deves defender fervorosamente e com intusiasmo (mesmo que discordes) as opiniões dos teus superiores (não esqueças que foram encomendadas e bem pagas), por mais ridículas que sejam... se não... levas um processo...»
Haja pachorra... para tanta falta de descernimento e de inteligência. É este o país real que nos estão a impigir...

Por último... ficaram muito ofendidos por não terem sido convidados para a tal reunião sobre economia, onde só estiveram os maiores líderes... Não há dúvida... são mesmo estúpidos. Com o que têm feito ao País... que queriam? Com tantas prova dadas em incompetência e ignorância em todos os campos, que queriam? Os outros países não andam cegos. Nem os seus líderes tão estúpidos como estes inúteis... francamente... e controlar as notícias... só mesmo por aqui, lá pela estranja... as noticias não são manipuladas e cencuradas por estes politicozecos de trazer por casa, lá sabe-se tudo, repito TUDO.

Depois, estes tão ilustres atrazados... ainda me querem convençer que a censura e o lápis azul (perdão ROSA) não está de volta.




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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Ainda haviam dúvidas nessas cabeças?

Educação: Legislação sobre avaliação tem vários aspectos inconstitucionais - Garcia Pereira

10 de Fevereiro de 2009, 14:18

Lisboa, 10 Fev (Lusa) - Os últimos diplomas que regulam a avaliação dos professores têm vários aspectos inconstitucionais, entre eles a norma que estabelece a entrega de objectivos individuais, segundo um parecer preliminar do advogado Garcia Pereira.

Os professores que não apresentem os objectivos individuais para a sua avaliação não poderão, por isso, ser penalizados, segundo o especialista em Direito do Trabalho Garcia Pereira, que está a concluir um parecer jurídico sobre a legislação que regula a carreira docente e a avaliação do desempenho a pedido de um grupo de docentes, "comentadores, leitores e amigos" do blog "Educação do Meu Umbigo", do professor Paulo Guinote.

De acordo com o parecer preliminar hoje divulgado, "nenhuma obrigação existe fixada por norma legalmente válida de apresentação pelos docentes dos respectivos objectivos individuais", razão pela qual não haverá "rigorosamente nenhuma consequência" disciplinar ou de outra natureza.

"Este parecer servirá de apoio aos professores e às escolas que queiram contestar todo o processo", disse à Lusa Paulo Guinote, explicando que o parecer final deverá ser conhecido ainda esta semana.

A decisão de divulgar já a versão preliminar surgiu porque "havia muitos professores a pedir a divulgação de partes do parecer porque estavam inseguros e não sabiam o que fazer. Agora podem decidir não apenas pelo medo mas também pela informação", explicou o autor do blog "Educação do Meu Umbigo".

Depois de divulgado o parecer final, o grupo de professores e amigos admite avançar com acções judiciais no sentido de demonstrar a inconstitucionalidade dos diplomas aprovados pelo Ministério da Educação nos últimos anos.

Isto porque Garcia Pereira considera existirem inconstitucionalidades formais, materiais e orgânicas de diversos diplomas. O sistema de quotas instituído pelo Decreto-lei 15/2007, por exemplo, é "claramente violador quer do basilar princípio da igualdade", quer dos princípios da "proporcionalidade e da Justiça".

No parecer, o jurista explica que dois professores em "situação exactamente idêntica" poderiam ser classificados de forma diferente por um factor que lhes é "completamente estranho e arbitrário": as quotas de Excelente e Muito Bom estarem ou não atingidas.

Outra "incontornável ilegalidade" apontada pelo jurista prende-se com o facto de um decreto regulamentar criar regime jurídico novo: "Está em absoluto constitucionalmente vedado que um decreto regulamentar ou até um simples despacho ministerial crie regime jurídico novo sobre matérias em causa, suspenda, modifique ou revogue algum preceito constante no acto legislativo", lê-se no parecer preliminar.

O especialista em Direito do Trabalho dá como exemplo o decreto regulamentar 2/2008 que "veio exigir para a atribuição de Excelente a taxa de 100 por cento de cumprimento das actividades lectivas".

Outro dos exemplos apontados pelo especialista é a chamada "simplificação" da avaliação para este ano lectivo, que deu a possibilidade aos professores de escolherem se querem ser avaliados na componente científico-pedagógica.

"Não é legalmente possível vir estabelecer por despacho regulamentar que a avaliação científico-depagógica (...) seja afinal aplicada apenas a um dos universos dos professores", quando o Decreto-Lei 15/2007 fala em avaliação de "todos os docentes".

Por todas estas situações, Garcia Pereira entende que "não existe de todo qualquer normativo com natureza de acto legislativo que estabeleça o dever de entrega, pelo professor, dos seus principais objectivos".

A "única obrigação" é a do preenchimento e entrega da chamada ficha de auto-avaliação sobre os objectivos alcançados na sua prática profissional.

Garcia Pereira lembra que, tal como definido legalmente, os objectivos individuais deveriam ter sido fixados por acordo entre o avaliado e os avaliadores no início do período de avaliação e "não a cinco meses do seu termo".

Na semana passada, a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) estimou que entre "50 a 60 mil" docentes não iriam entregar os objectivos individuais, no âmbito da avaliação de desempenho.

Dias antes, o Ministério da Educação (ME) garantia que "a maioria" dos docentes tinha cumprido aquele procedimento, que corresponde a uma das primeiras etapas do processo de avaliação de desempenho.

Também o ME está a reunir diversos pareceres de peritos para ajudar a tutela na revisão do modelo de avaliação de desempenho dos professores.

Lusa

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Medina Carreira - A Grande Porca

Não resisti a postar... Medina carreira, diz maravilhosamente o que eu penso e sinto há bastante tempo.





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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Simplex, versus Durex!!!


Como é do conhecimento de todos, a avaliação dos professores neste ano lectivo, para glória do governo e do seu Ministério da Educação, está aligeirado e englobado no programa Simplex. Isto é... versão Light da Avaliação.


Todos os docentes "com eles no sítio", estão-se a borrifar para este ministério e para as suas paranóias, como ficou demonstrado nas manifestações alguma vez vistas neste País. No entanto, outros (felizmente poucos no panorama nacional) que embora foram na dita manifestação nacional, cobardemente já entregaram os Objectivos Individuais, por medo das ameaças dos fantoches que trabalham(?) no dito ministério, por falta de convicções ou, simplesmente por não saberem o que estão a fazer no sistema. Esta é a realidade.

Para os muitos resistentes (felizmente a grande maioria) só posso dizer duas coisas:

1 - Estejam atentos e alerta. Não esqueçam que é apenas uma medida transitória, esta que tão "gentilmente" os ILUMINADOS do governo(?) nos estão a impor, inclusivé com ameaças fraudulentas, a leste de qualquer legislação. Este «modelo avaliativo(?)» apenas estará em vigor neste ano lectivo. Para quem está na carreira e quer fazer carreira, se passar o dito, vai condicionar toda a vida profissional de TODOS para SEMPRE.

2 - Se passar este modelo, para o ano será uma "nova versão" (a que inicialmente foi apresentada) e, queriam impor.

Para o ano será a "Durex". E para muitos (quase todos) vai doer mesmo, embora haja os que por INTERE$$ES a apoiem. Uns porque esperam um "tacho" socialista, outros pela promessa mais ou menos velada (nunca oficializada - tiveram esse cuidado) de uma progressão paralela e diferentemente remunerada (estou a falar dos avaliadores).
Sei que há pessoas que têm necessidades de afirmação. Sei que muitos só se afirmam pelos cargos de fachada que lhes são dados (duvidam? - vejam os exemplos dos imbecis que estão no governo e ministérios. Estão não por competência, mas por "tacho"). Como seria bom um mundo sem idiotas... Ok, é utupia... desculpem-me. Se calhar eles têm de existir, para que outros (os Xicos espertos) possam à sua custa fazer as maiores barbaridades.
Mas não me quero desviar do meu pensamento. Para o ano, se deixarmos passar este "modelo" teremos o Durex, se cedermos.
Se isso acontecer, recomendo a TODOS:

Este é o Extra Seguro, porque vai mesmo ser preciso segurança extra. Pensem nisso e quem já, repito, «COBARDEMENTE» entregou os seus Objectivos, junte alguns €uros e vá já comprando umas caixitas. É que... vão estar FUD....
Eu só não comprei ainda, porque acredito que nem todos são idiotas, nem esperam pelo ilusório TACHO.





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